Dorpje in de duinen by Paul Overhaus
 Dorpje in de duinen by Paul Overhaus
 Dorpje in de duinen by Paul Overhaus
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 Dorpje in de duinen by Paul Overhaus
 Dorpje in de duinen by Paul Overhaus

Dorpje in de duinen 1950 - 2000

Paul Overhaus

Óleo sobre tela original
60 ⨯ 80 cm
Preço em pedido

Bruning Heintz Fine Art

  • Sobre arte
    Grootte 80 x 60 cm
    Signatuur Gesigneerd
    Materiaal Olieverf op doek
    Stroming Abstract figuratief
    Locatie Noord-Holland
    Provenance Particuliere collectie Nederland

    Dorpje ergens langs de Noord-Hollandse kust geschilderd door de specialist in het Noord-Hollands landschap Paul Overhaus. Over zijn werk schreef een kunstcriticus destijds het volgende: "Een schilderij van Paul Overhaus is een landschapsmozaïek dat nooit echt gepolijst of gekunsteld is geworden, omdat de fragiliteit, wijdsheid en zachtheid van vorm en kleur evenals het kwetsbare handschrift van de kunstenaar garant staan voor natuurlijkheid en authenticiteit". (Wim van der Beek, in Dagblad Noord Oosten, 2 november 1988)
  • Sobre artista

    Paul Overhaus (Amesterdão, 1935 – 2014) foi um artista holandês que ficou conhecido como pintor, escultor e artista gráfico. Estudou na Rijksakademie van Beeldende Kunsten em Amesterdão e prosseguiu os seus estudos no Instituto Nacional Superior de Belas Artes em Antuérpia. De 1968 a 1987 foi professor na Rijksakademie em Amesterdão.

    A extensa obra de Overhaus inclui pinturas, pastéis, guaches, desenhos e xilogravuras, com retratos e paisagens como temas principais. O seu trabalho é caracterizado pelo uso de grandes superfícies, por vezes captadas em contornos, nas quais as formas e os resíduos procuram o equilíbrio num jogo emocionante e se encaixam como um puzzle. A abstração e o simbolismo, expressos num gesto amplo, contribuem para a expressão substantiva de um grande acontecimento natural.

    Sobre a sua ligação à paisagem holandesa, disse: "A beleza deste país é a sua grande horizontalidade, a sua monumentalidade, a sua limpeza e, sobretudo, a sua dignidade." Descreveu o seu primeiro encontro com o mar no Outono de 1945 da seguinte forma: "Há coisas de que se recorda sempre. Que nem se consegue esquecer. No Outono de 45, cerca de seis meses após a guerra, o meu pai levou-me para a praia. Nunca lá tinha estado antes e aquele momento ficará sempre comigo. Depois daquela última duna, de repente aquele mar à sua frente. Aquela tensão, aquela incrível sensação de vastidão. Aquele mar que nunca é o mesmo por um momento, que muda de cada vez num minissegundo."

    O trabalho de Overhaus foi exibido em galerias e eventos de arte de renome, e ganhou reconhecimento tanto de críticos como de amantes da arte. O seu legado continua a ser uma fonte de introspeção e admiração, e a sua contribuição para as artes visuais é celebrada no mundo inteiro.

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