De Dijk by Paul Overhaus
 De Dijk by Paul Overhaus
 De Dijk by Paul Overhaus
 De Dijk by Paul Overhaus

De Dijk 1980 - 2000

Paul Overhaus

Óleo sobre tela original
71 ⨯ 91 cm
Preço em pedido

Bruning Heintz Fine Art

  • Sobre arte
    Grootte 91 x 71 cm
    Materiaal Olieverf op doek
    Stroming Abstract figuratief
    Provenance Particuliere collectie Nederland

    Schilderij getiteld “De Dijk” van de hand van Paul Overhaus. Aan het einde van de jaren zestig gaat de zee als thema een belangrijke rol spelen – en de zee zal bepalend blijven voor de rest van zijn oeuvre. Zelf zei hij: ‘Terugkijkend kan ik constateren dat de fascinatie voor de zee, het wad, de duinen en wolkenluchten de basis vormt voor de vormentaal van al mijn werk.’ Het zijn pastels, aquarellen en gouaches met een zeer lage horizon, vaak veel meer ‘luchtlandschappen’ dan ‘zeelandschappen’ waarin de kleuren, de vormen, de hele atmosfeer van water en lucht op monumentale wijze wordt geanalyseerd, geschetst, getekend, geschilderd.“
  • Sobre artista

    Paul Overhaus (Amesterdão, 1935 – 2014) foi um artista holandês que ficou conhecido como pintor, escultor e artista gráfico. Estudou na Rijksakademie van Beeldende Kunsten em Amesterdão e prosseguiu os seus estudos no Instituto Nacional Superior de Belas Artes em Antuérpia. De 1968 a 1987 foi professor na Rijksakademie em Amesterdão.

    A extensa obra de Overhaus inclui pinturas, pastéis, guaches, desenhos e xilogravuras, com retratos e paisagens como temas principais. O seu trabalho é caracterizado pelo uso de grandes superfícies, por vezes captadas em contornos, nas quais as formas e os resíduos procuram o equilíbrio num jogo emocionante e se encaixam como um puzzle. A abstração e o simbolismo, expressos num gesto amplo, contribuem para a expressão substantiva de um grande acontecimento natural.

    Sobre a sua ligação à paisagem holandesa, disse: "A beleza deste país é a sua grande horizontalidade, a sua monumentalidade, a sua limpeza e, sobretudo, a sua dignidade." Descreveu o seu primeiro encontro com o mar no Outono de 1945 da seguinte forma: "Há coisas de que se recorda sempre. Que nem se consegue esquecer. No Outono de 45, cerca de seis meses após a guerra, o meu pai levou-me para a praia. Nunca lá tinha estado antes e aquele momento ficará sempre comigo. Depois daquela última duna, de repente aquele mar à sua frente. Aquela tensão, aquela incrível sensação de vastidão. Aquele mar que nunca é o mesmo por um momento, que muda de cada vez num minissegundo."

    O trabalho de Overhaus foi exibido em galerias e eventos de arte de renome, e ganhou reconhecimento tanto de críticos como de amantes da arte. O seu legado continua a ser uma fonte de introspeção e admiração, e a sua contribuição para as artes visuais é celebrada no mundo inteiro.

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