Le Port du Havre by Siebe ten Cate
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Le Port du Havre 1902

Siebe ten Cate

Óleo sobre tela original
46 ⨯ 74 cm
Preço em pedido

Studio 2000 Art Gallery

  • Sobre arte
    Siebe Johannes ten Cate
    Le Port du Havre, 1902,
    Siebe ten Cate
    Sneek 1858-1908 Parijs
    Le Port du Havre,
    1902
    Oil on canvas
    46 x 74 cm.
    Signed and dated: lower right
    Provenance: private collection, The Netherlands; vlg. Versailles, 24 mei 1966, nr. 96.
    Exhibited: Fries Scheepvaart museum, Sneek, Siebe ten Cate een Sneker impressionist in Parijs, 18-2-2012 – 13-5-2012.
    Literature: B. Tupker, Siebe Johannes ten Cate: een vergeten kunstenaar, omslag.
  • Sobre artista

    Siebe Johannes ten Cate (1858–1908) foi um pintor e desenhador holandês mais conhecido pelas suas paisagens urbanas, marinhas e cenas da vida quotidiana vívidas, muitas vezes vistas pelos olhos de um estranho curioso, quase poético. Embora tenha nascido em Sneek, na Frísia, Ten Cate encontrou o seu lar artístico em França, onde fez parte do vibrante mundo artístico do final do século.

    Depois de treinar na Rijksakademie van Beeldende Kunsten, em Amesterdão, Ten Cate, tal como muitos dos seus contemporâneos, partiu para Paris, o coração pulsante da arte europeia. Aí desenvolveu-se na atmosfera do impressionismo e do pós-impressionismo, embora tenha sempre mantido uma voz idiossincrática. O seu estilo era caracterizado por pinceladas soltas, uma paleta viva e um interesse caloroso pela vida quotidiana: mercados movimentados, avenidas elegantes, estaleiros tranquilos.

    Siebe ten Cate viajou muito. O seu trabalho transpira a atmosfera de cidades portuárias, paisagens fluviais e vilas costeiras em França, Holanda e Inglaterra. Nas suas pinturas, captamos momentos de transição: a luz a quebrar sobre uma rua molhada, um navio a atracar, pessoas num encontro fugaz. Não pintou os grandes gestos históricos, mas os pequenos e tangíveis movimentos da vida.

    Ten Cate era particularmente respeitado em França e expunha regularmente lá, incluindo no prestigiado Salon des Indépendants. Na Holanda, a sua fama ficou inicialmente para trás, em parte porque se preocupava pouco com as fronteiras nacionais e com as políticas artísticas. A sua arte era universal na atmosfera e no tema, livre de movimentos nacionais como a Escola de Haia.

    A sua vida também teve um lado trágico: à medida que a sua carreira progredia, Ten Cate enfrentou preocupações financeiras e problemas de saúde. Morreu inesperadamente em Paris em 1908, com apenas cinquenta anos.

    Só mais tarde o seu trabalho foi redescoberto na Holanda e apreciado como um importante elo de ligação entre a pintura tradicional holandesa e a modernidade internacional do final do século XIX. Hoje, Siebe ten Cate é elogiada como uma pintora do momento fugaz, uma cosmopolita frísia que captou o mundo com uma visão aberta e narrativa.

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